sexta-feira, 18 de julho de 2008

O Poder da Oração (parte 2)

1 SENHOR, a Ti clamo, dá-te pressa em me acudir; inclina os ouvidos à minha voz, quando te invoco. 2 Suba à tua presença a minha oração, como incenso, e seja o erguer de minhas mãos como oferenda vespertina. 3 Põe guarda, SENHOR, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios. 4 Não permitas que meu coração se incline para o mal, para a prática da perversidade na companhia de homens que são malfeitores; e não coma eu das suas iguarias. (Salmo 141: 1-4).

As orações também devem ter um caráter confessional, ou seja, quando oramos devemos confessar a Deus as nossas limitações, fraquezas, medos e erros. Todo cristão deve clamar a Deus pedindo o perdão pelas faltas cometidas.
Outra coisa legal nestes versículos, é que o salmista mostra que a oração de confissão é uma forma de adorar a Deus, veja: “Suba à tua presença a minha oração, como incenso, e seja o erguer de minhas mãos como oferenda vespertina”.
Precisamos orar pedindo que o nosso “coração não se incline para o mal”, desta forma nossa oração chegará como incenso (adoração) na presença do SENHOR.

Responda
Você tem orado ao Senhor pedindo o perdão dos seus pecados?
Você tem aberto a sua boca para adorar a Deus em oração?
Diga ao Senhor que você não quer mais participar das coisas do mundo e que o seu desejo é ter uma vida de oração.

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